Nem toda alteração na mama indica câncer. Muitas lesões são benignas e requerem acompanhamento ou tratamento conservador. A Dra. Bruna Pires Nantes explica como a radiologia identifica e caracteriza essas condições, evitando procedimentos invasivos desnecessários.

Principais lesões benignas

Exames utilizados para diferenciação

Ultrassonografia

Permite observar conteúdo líquido (cisto) vs. sólido (fibroadenoma). O padrão de eco e a presença de fluxo sanguíneo (doppler) ajudam na classificação.

Mamografia digital

Mostra a presença de calcificações. Cálculos microcalcificações geralmente são benignos, enquanto microcalcificações suspeitas exigem investigação.

Ressonância magnética

Em casos difíceis, a RM com contraste destaca a vascularização: lesões benignas apresentam realce homogêneo e baixa taxa de cinética.

Classificação BI‑RADS e sua importância

O sistema BI‑RADS (Breast Imaging Reporting and Data System) padroniza o laudo:

Quando a biópsia é indicada

Se a lesão apresenta características indeterminadas ou crescimento ao longo do tempo, a biópsia guiada por imagem (ultrassom ou mamografia) é recomendada para confirmação histológica.

Orientações ao paciente

  1. Após diagnóstico de lesão benigna, siga as recomendações de acompanhamento (ex.: mamografia a cada 12 meses).
  2. Relate qualquer mudança de tamanho ou sensação ao seu médico.
  3. Mantenha o calendário de exames atualizado no portal da clínica.

Agende sua avaliação de lesão mamária

Se você identificou algum nódulo ou sente desconforto, marque uma consulta nas unidades IPEDI – Campo Grande (MS), Centro Radiológico Campo Grande, Hospital Evangélico Campo Grande​ ou Di imagem Medicina Diagnóstica​.

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